Política: Zé Dirceu percorre Brasil para lançar memórias e estratégias de resistência

Entrevista exclusiva a NícolasHorácio/Estopim Coletivo

“O POVO BRASILEIRO NÃO É COM O BOLSONARO. DOS 55% DE VOTOS QUE ELE TEVE, SEGURAMENTE, O NÚCLEO DURO DELE É DE 15 A 20 MILHÕES DE VOTOS. ESSE É O ELEITORADO QUE ABRAÇA AS TESES DE VIOLÊNCIA PRA RESOLVER O PROBLEMA DA SEGURANÇA, DE PRECONCEITO, DE RACISMO, DE DESQUALIFICAÇÃO DA MULHER, DE DESPREZO PELA DEMOCRACIA, PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO, A VISÃO PRÓ NORTE-AMERICANA E ESSE ABRAÇO DE URSO AO NEOLIBERALISMO DE MERCADO, QUE É, NA VERDADE, ENTREGAR O PAÍS AO CAPITAL FINANCEIRO, NA NOSSA OPINIÃO, EVIDENTEMENTE. ACHO QUE NÓS TEMOS QUE FAZER ESSA DISPUTA TAMBÉM COM O ELEITORADO DELE. O ELEITORADO NÃO VAI FICAR COM ELE” (JOSÉ DIRCEU)

Ele esteve no centro do poder no governo Lula e foi cogitado para a sucessão presidencial depois de chefiar a Casa Civil, um dos mais estratégicos ministérios do país. Condenado a mais de 30 anos de prisão, teve a trajetória política interrompida e, no estilo Graciliano Ramos, escreveu um livro de memórias no período do cárcere. Fundador do PT, ex-militante do PCB e da luta armada, José Dirceu responde os processos em liberdade como um dos mais polêmicos personagens da política brasileira na atualidade. Por fora do tabuleiro político, continua atuando como um importante intelectual para a militância do PT, através de sua força e influência.

Do Jornalistas livres

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